quinta-feira, 13 de junho de 2019

14 DE JUNHO: GREVE GERAL

Os professores e professoras da rede privada do Estado de São Paulo devem participar da Greve Geral contra a reforma da Previdência, os cortes no orçamento da Educação e o desmonte do Estado brasileiro; assim como fizeram na Greve Nacional em Defesa da Educação, no dia 15 de maio.

Marcada para 14 de junho, esta paralisação abrange todas as classes de trabalho no país. A expectativa é criar um movimento unificado, de maneira que as pautas relativas ao Trabalho e à Educação convirjam em meditações e lutas contra o projeto desmantelador de direitos do governo Bolsonaro.

A categoria docente, por meio dos Sindicatos (Sinpro) e da Federação (Fepesp), tem sido presença frequente nas lutas sindicais e cidadãs, sendo protagonista em movimentos sociais nos últimos anos e vitoriosa na defesa dos direitos trabalhistas. Os professores frearam a reforma trabalhista e a reforma da Previdência na era Temer, além de garantirem seus direitos na Convenção Coletiva de 2018 integralmente.



Segundo o professor Celso Napolitano, presidente da Fepesp, as entidades filiadas à Federação vão realizar assembleias nas suas bases. “A orientação é pela participação na greve geral. Mas as decisões serão tomadas pelas assembleias”.



Os educadores se sentem duplamente prejudicados, explica Celso Napolitano, pelo corte de direitos contidos na PEC da reforma previdenciária que afeta de maneira agressiva a categoria e, também, devido aos cortes no orçamento da Educação, anunciados pelo Ministro e demais membros do governo.

Fonte: www.fepesp.org.br

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