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sexta-feira, 27 de abril de 2018

CAMPANHA SALARIAL 2018, EDUCAÇÃO BÁSICA: ESCOLAS CEDEM


EDUCAÇÃO BÁSICA: DONOS DE ESCOLAS CEDEM NO REAJUSTE, PRESSÃO CONTINUA.

Antecipação de 2,14% ainda não é negócio fechado.
Pressão veio da mobilização em cada escola, repercu
ssão na
Imprensa. Nossa mobilização é nossa garantia!


Em nota emitida nesta semana em caráter de ‘urgência’, o sindicato dos donos de escolas, o Sieeesp, reconhece a pressão da categoria, a péssima repercussão na imprensa de sua negativa em continuar as negociações da campanha salarial de professoras, professores e auxiliares na Educação Básica privada  e recomenda aos estabelecimentos de ensino ‘concedam a título de antecipação salarial o percentual de 2,14%  referente à média aritmética dos índices inflacionários do período compreendido entre 1º de março de 2017 e 28 de fevereiro de 2018’ (veja comunicado completo no anexo).
O percentual de 2,14% é a média aritmética dos índices apurados nos últimos doze meses pelo IBGE (INPC), pela FIPE (IPC) e pelo DIEESE (ICV). É parte do que reivindicamos em nossa campanha salarial, para recomposição de perdas provocadas pela inflação, mas não inclui qualquer reajuste a titulo de aumento real de salários, nem menciona qualquer aplicação de PLR (participação nos lucros e resultados das escolas, registrados com nosso esforço diário).
O comunIcado do Sieesp, assinado por seu presidente Benjamim Ribeiro da Silva, e pelo presidente da federação de escolas (Feeesp), José Antonio Antiório deve ser entendido como resposta à atitude firme dos sindicatos de professores e ao alerta às escolas emitido pela Fepesp e seus sindicatos integrantes (“Não mexam na Convenção!”, aqui: https://goo.gl/tbvMC3 ). Haverá consequências às escolas - incluindo multas – caso apliquem redução de salários, aumento de jornada ou cobrança por bolsas de estudo incompatíveis com a assinatura de nova Convenção – a ser julgada no processo de dissídio ou por uma eventual volta às negociações.
ATENÇÃO PROFESSORAS, PROFESSORES E AUXILIARES:
A PRESSÃO CONTINUA!



A antecipação salarial sugerida pelo sindicato patronal não tem valor de acordo. Nossos direitos, nossa convenção coletiva, dependem de nossa vigilância e mobilização. Fomos forçados a encaminhar nossa convenção a dissídio simplesmente pela falta de alternativa gerada pelo abandono de negociações por parte do patronal.
De nossa parte, não vamos transigir na defesa de direitos e cláusulas conquistadas em mais de vinte anos de luta e de negociações sérias pela categoria. Estamos, como sempre estivemos, abertos a novas negociações. Para isso nos preparamos, para isso nos mobilizamos.
E, lembrando a todos, ainda estamos em estado de greve. Olho vivo: atenção a todos os comunicados e convocações do seu Sindicato!
 Fonte: www.fepesp.org.br

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Negociações no Ensino Superior: reajuste, plano de saúde

EDUCAÇÃO SUPERIOR: CADÊ MEU REAJUSTE? E O PLANO DE SAÚDE?
Reajuste está em negociação. Plano de saúde está em risco - não aceitamos troca por vale-refeição! Assistência médicaassegurada enquanto negociações prosseguem.
Fossem estes tempos normais, os professores e auxiliares do ensino superior privado em São Paulo já teriam recebido seu reajuste salarial. Nossa data base é 1º de março, e é quando se celebram os ajustes na convenção coletiva de trabalho.
Mas este ano a negociação é diferente. Um pouco mais complicada, porque todas as instituições reclamam (com ou sem razão) de dificuldades econômicas, mudanças na legislação, mudanças nos incentivos à educação superior, etc e etc. Um chororô total. E isso tem feito com que a discussão de cláusulas financeiras da convenção, como o plano de saúde de professores, fique mais acirrada.
De início, as instituições queriam acabar com seu plano de saúde. Não aceitamos -  a assistência médica é conquista da categoria de muitos anos (veja aqui: https://youtu.be/biS4wZSgjF4 ). Agora – na reunião de negociação da segunda, 23/04, o patronal propôs trocar a assistência média por vale-alimentação! Essa proposta esdrúxula foi rechaçada de imediato.
O que nós queremos? Três pontos são questões que não abrimos mão: a universalização do benefício para todos, independentemente da carga horária; o direito de opção pela permanência no plano em caso de demissão sem justa causa ou aposentadoria; e regras de transição transparentes com a preservação de direitos dos professores.
A instituições, através de seus representantes na negociação, também queriam acabar com o pagamento pelo professor de parcela do custo da assistência médico-hospitalar (hoje, em 10% do custo). Também foi proposta recusada pelos sindicatos: o pagamento de parcela assegura que o professor mantenha seu plano em caso de dispensa ou aposentadoria.
Nenhum acordo pode ser firmado sem que se resolva a questão da assistência-médica. Há consenso entre os negociadores pela manutenção de todas as regras atuais enquanto durarem as negociações desta campanha salarial. A próxima rodada de negociação será na segunda-feira, dia 7 de maio. O ponto que será discutido é o do pagamento de coparticipação pelos professores em consultas e exames, como forma de manter a assistência médica e de se tender a determinações da ANS, a Agência Nacional de Saúde.
De qualquer forma, não haverá mudança imediata dos planos de saúde dos professores – qualquer alteração só pode ocorrer nas datas de aniversário dos planos individuais. E também não haverá qualquer mudança nas cláusulas sociais, a maior parte dos mais de cinquenta itens da sua Convenção Coletiva de trabalho: em 2017, conquistamos um acordo de dois anos.
Ao final, cadê o seu reajuste? Ele ainda está sendo negociado, e será aplicado quando se concluírem as negociações desta campanha salarial, retroativo até 1º de março, nossa data-base.
Mas antes disso, atenção: você será chamado a discutir e deliberar sobre o reajuste e qualquer ajuste na assistência médica. Fique atento às informações e convocações do Sindicato!
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Sindicato dos Professores de Jaú

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