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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

ASSEMBLEIA SESI/SENAI COM APROVAÇÃO DE PROPOSTA


Assembleia realizada nesta quarta-feira (28) em todas as entidades sindicais com o tema "campanha salarial" que envolve a categoria SESI/SENAI, aconteceu em Jaú na sede do Sindicato dos Professores de Jaú – SINPRO JAÚ, onde recebeu dezenas de professores e foi discutida a aceitação da proposta oferecida aos professores da categoria.



De sala cheia, a assembleia conduzida pela Diretora Celina de Azevedo Sodré Florence, orientou mostrando o posicionamento em que estamos na mesa de negociação e após longa conversa com os professores a oferta foi aceita por unanimidade.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

O QUE ESTÁ EM JOGO NESTA CAMPANHA?


Propostas patronais e lei da 'reforma'
tem endereço certo: querem ver você fraco, 

estrangular o seu Sindicato.
Os representantes das instituições de ensino mostraram a que vieram nesta campanha salarial: querem preservar sua lucratividade, economizar à custa de professoras, professores e auxiliares, e fincar uma estaca para nos dividir com os piores aspectos da ‘reforma’ trabalhista. 
As instituições de ensino superior, os donos de escolas na educação bpásica, testam os limites da ‘reforma’ pelo seu lado mais perverso, procurando fechar acordos individuais, promovendo terror com reformulações disciplinares, insistindo em demissões já questionadas na justiça.
Querem também embarcar no plano maior da ‘reforma’, o de enfraquecer a sua união como categoria profissional, sua unidade coletiva com sua representação sindical.
Esse é o plano maior: a tentativa de estrangular os sindicatos, jogando o professor a negociar direto com o preposto do dono da escola. A negar suas férias ou seu recesso. Promover o vale-tudo da lei do mais forte.
É preciso pensar no seu futuro. Agora mais do que nunca. Nossa única opção é a de resistir, com unidade.
É hora de discutir seriamente o fortalecimento da sua unidade sindical. Da sustentação do seu sindicato. Para evitar que o patronal faça o que quiser - como nesta tentativa de querer acabar com seu plano de saúde sem seriedade e sem discussão.

Sindicato patronal quer acabar com o plano de saúde de docentes e auxiliares da Educação Superior

A cláusula do plano de saúde de docentes e auxiliares da Educação Superior é o item principal em pauta nas rodadas de negociação com o sindicato patronal, o Semesp. Começaram com uma proposta inaceitável: a de encerrar unilateralmente a assistência médica prevista e assegurada na Convenção Coletiva de Trabalho.
Rejeitada de cara pela comissão de negociação liderada pela Fepesp, a proposta foi feita na última segunda-feira, dia 19.
Com a rejeição, o patronal foi obrigado a um compromisso: a cláusula do Plano de Saúde será estendida até o dia 30 de março - um mês além de nossa data base, 01/03. Até lá, uma comissão especial, com representantes de cada lado, irá analisar não só as contas dos planos mas as condições regulatórias - não se mudam planos assim facilmente.
 
O QUE ESTÁ EM JOGO NESTA CAMPANHA?
Na Campanha Salarial do ano passado conquistamos um acordo de dois anos em nossas cláusulas sociais. Até 2019, vale o que foi negociado - são direitos que não podem ser tocados, mesmo com a ‘reforma’ trabalhista.
Mas isso não é tudo. As instituições de ensino superior testam os limites da ‘reforma’ pelo seu lado mais perverso, procurando fechar acordos individuais, promovendo terror com reformulações disciplinares, insistindo em demissões questionadas na justiça.
É preciso pensar no seu futuro. Agora mais do que nunca. Nossa única opção é a de resistir, com unidade.


Na educação básica, sindicato patronal propõe dura mudança na Convenção Coletiva

A Campanha Salarial na Educação Básica segue até 28 de março. Todas as cláusulas das convenções coletivas de trabalho dos professores e auxiliares serão prorrogadas neste prazo. No entanto, o sindicato patronal, o Sieeesp, apresentou em uma das rodadas de negociação uma dura ‘pauta’ de reivindicações, que propõe um verdadeiro corte de direitos assegurados pela Convenção.
O Sieeesp parece esquecer que as convenções coletivas, ao longo de vinte anos, foram negociadas e aprimoradas justamente para garantir as relações de trabalho nas escolas. São direitos garantidos para professores e auxiliares que se sobrepõem às leis da reforma e garantem previsibilidade para a escola também.
O QUE ESTÁ EM JOGO NESTA CAMPANHA?
A ‘proposta’ patronal tem endereço certo: querem aplicar a ‘reforma’ trabalhista na nossa Convenção Coletiva. Querem ver você fraco, estrangular o seu sindicato. 
Defender nossa convenção quer dizer, também, defender nossa união no Sindicato. Nossa força como categoria.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Campanha Salarial 2018: Vamos defender o que é nosso!

As professoras, professores e auxiliares da rede privada de ensino do estado de São Paulo deram início à Campanha Salarial de 2018 com uma ideia ampla e complexa para os tempos atuais de alterações substanciais na legislação trabalhista: "vamos defender o que é nosso!". Além das tradicionais rodadas de negociação com os representantes patronais do Superior, Básico e Sistema S (Sesi, Senai e Senac), a campanha deste ano terá como foco a defesa do fortalecimento dos sindicatos e da sustentação financeira de toda a estrutura sindical. Os detalhes foram definidos na última terça-feira (30/01) no primeiro Conselho de Entidades Sindicais (Cones) de 2018.
Os 25 sindicatos que integram a Fepesp irão para as mesas de negociações nas próximas semanas. Seguindo o exemplo da Campanha Salarial de 2017, que se mostrou acertada no fechamento de acordos por dois anos para os docentes e auxiliares do Superior e professores e técnicos de ensino do Sistema S, neste ano as negociações serão unificadas, com a estruturação de comissões formadas por representantes dos sindicatos integrantes da Federação. 
SUPERIOR: Com validade até fevereiro de 2019, as convenções coletivas dos professores e auxiliares já asseguram as cláusulas sociais que foram intensamente debatidas na campanha anterior. Agora, os sindicatos e os representantes patronais devem atualizar cláusulas econômicas e financeiras, como, por exemplo, "indenização adicional acima de 50 anos de idade" e o reajuste salarial. (veja tabela abaixo)
Para os auxiliares, o piso salarial também está na pauta.
SESI/SENAI: Os professores e técnicos de ensino do Sesi e do Senai também têm um acordo coletivo válido até 2019. Alguns pontos específicos serão debatidos, como a assistência médica, os vales para alimentação e refeição e a garantia ao professor em vias de aposentadoria. (veja a tabela abaixo)
BÁSICO: Já para os professores da Educação Básica, a Campanha Salarial deste ano irá renovar o conjunto da Convenção Coletiva, que não precisou ser negociada em 2017.

SUSTENTAÇÃO FINANCEIRA DOS SINDICATOS
Com as alterações na legislação trabalhista (Lei 13.467/2017, a 'reforma' trabalhista), a sustentação financeira das organizações sindicais é ponto central nesta campanha.. Sabendo da importância dos sindicatos na manutenção de direitos previstos nas convenções e acordos e na luta por novas conquistas, uma campanha em duas frentes está sendo elaborada para o esclarecimento do papel do sindicato na sociedade e para um maior número de sindicalizações - processo que já teve início nas escolas e instituições de ensino superior de São Paulo desde a aprovação da reforma trabalhista.
As novas regras do trabalho fortalecem o acordo. No entanto, mascara a desigualdade de forças que há entre patrão e trabalhador. É consenso entre professores, auxiliares e técnicos de ensino que formam a Fepesp a necessidade de uma ampla corrente de informação sobre a importância da sustentação financeira da estrutura sindical. Sem os sindicatos, não há convenção nem acordo. Ou seja, históricos direitos trabalhistas ficam à mercê das conjunturas políticas ou podem deixar de serem assegurados.

Fonte: FEPESP
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Sindicato dos Professores de Jaú

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