Pensando em você!

Não perca seus direitos

MOMENTO DE RESISTÊNCIA!

Essa é a hora

O dia 'D'

Veja a matéria completa

Fortalecendo o time

Você é muito importante! Faça parte agora!

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Convenção Coletiva 2018/2019 - Educação Superior



EDUCAÇÃO SUPERIOR: VEJA A ÍNTEGRA DA SUA CONVENÇÃO COLETIVA

Professores: https://bit.ly/2nEjiwY


Os professores da rede privada de Ensino Superior tem uma nova série de direitos na Convenção Coletiva de Trabalho 2018/2019. Veja o link acima todas as cláusulas que valem para as categorias até 29 de fevereiro de 2020. São direitos que vão além da CLT, não dependem da bondade das instituições e nem são ordens do MEC: são conquistas da Campanha Salarial, construídas durante o período de negociações. Agora tem força de lei.


O acordo firmado nestas convenções coletivas foi resultado de uma campanha difícil. No início das negociações, em fevereiro, as instituições estavam decidas a reduzir seus custos com pessoal - e garantir a lucratividade das faculdades - reduzindo a despesa com pessoal. Vieram dispostas a eliminar a sua assistência médica, cortas bolsas de estudo, e não falar em reajuste.




Diante da nossa resistência, com reunões e assembleias nos sindicatos, a comissão de Negociação formada pela Fepesp e seus sindicatos integrantes conseguiu demover a intenção das mantenedoras em eliminar nossa assistência médica. Foi construída uma proposta que mantêm os planos de saúde, com algumas modificações. A proposta inclui reajuste pela média dos indices de inflação, de 2,14%, retroativo a 1º de março, data base de professores e auxiliares de administração escolar.


Os principais destaques da sua Convenção Coletiva 2018/2019:

- Renovação da Convenção Coletiva com duração de 2 anos.

- Reajuste 2018: 2,14%.

- Plano de saúde: será mantido na Convenção. As mantenedoras poderão optar por alterar as condições atuais, adotando coparticipação e o trabalhador assumindo a diferença entre a sinistralidade e o reajuste pela ANS, na data de aniversário do plano e enviando documentação a uma comissão de Federações e Semesp. Caso assim procedam, em 2019, reajustarão os salários pela média dos índices + 0,86%.

- As mantenedoras que optarem por manter as condições atuais estipuladas na convenção, podendo não receber contribuição alguma do trabalhador, reajustarão os salários em 2019 pela média dos índices.

- Reajustes e atualizações na Convenção Coletiva serão retroativos a 1º de março, data base de professores e auxiliares de administração escolar na rede privada de São Paulo.

O que está na convenção, agora, tem força de lei - diga aos colegas, consulte as cláusulas e procure o seu sindicato se tiver qualquer dúvida.


segunda-feira, 13 de agosto de 2018

SESI/SENAI: SALÁRIO MAIS ALTO EM AGOSTO

Aumento real também é resultado da nossa campanha salarial 2018!



A partir de 1º de agosto o salário de professores e técnicos de ensino no Sesi e no Senai de São Paulo terá um novo reajuste - e desta vez, mais do que compensar a inflação, será um aumento real de salários.

O aumento será de 0,43% sobre os salários praticados em julho deste ano. Desse modo, o reajuste salarial total (sobre fevereiro/2018) será de 2,25%. O salário de agosto será também a base de cálculo para março/2019, quando renovamos nosso Acordo Coletivo de Trabalho.

O reajuste aplicado em 1º de março - data-base da categoria - recuperou a inflação do período de um ano, e foi de de 1,81% segundo o INPC. A Fepesp e os seus sindicatos integrantes sempre consideraram esse índice como insuficiente e mantiveram a pressão em negociações para a aplicação de aumento real de salários, que foi alcançado agora, com a persistência da categoria.

A campanha salarial - No final de fevereiro, assembleias simultâneas em todo o estado de São Paulo aprovaram a contraproposta negociada pelos sindicatos junto aos representantes do Sesi e do Senai a professores e técnicos de ensino das instituições.

Diante de um cenário de implementação da nova legislação trabalhista, as assembleias foram marcadas por intensos debates sobre resistência e coletividade. Com um acordo coletivo válido por dois anos, até 2019, as rodadas levaram para a mesa de negociação algumas cláusulas e pontos específicos, como, por exemplo, a assistência médica, o reajuste e os vales alimentação e refeição - as cláusulas financeiras do acordo, que, estas sim, tinham validade definida para um ano e iriam expirar neste 28 de fevereiro. Com isso, foi assegurada a manutenção de todas as cláusulas sociais do Acordo Coletivo de Trabalho.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Pesquisadores correm o risco de ter bolsas cortadas

    A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) denunciou, em carta assinada pelo presidente da entidade, Abílio Baeta Neves e publicada na última quinta-feira, mais uma ação nefasta do governo Temer – a redução de verbas que pode interromper por completo o pagamento de bolsas de estudos para pesquisadores do país.
“Foi repassado à CAPES um teto limitando seu orçamento para 2019, que representa um corte significativo em relação ao próprio orçamento de 2018, fixando um patamar muito inferior ao estabelecido pela Lei de Diretrizes Orçamentárias. Caso seja mantido esse patamar, os impactos serão graves para os programas de fomento da Agência”, alerta o documento.

    As consequências seriam dramáticas, já no curto prazo: caso o orçamento indicado não seja mesmo revisto, todos os 93 mil alunos de pós-graduação, em diferentes níveis (mestrado doutorado e pós-doutorado), além de 105 mil beneficiários de programas ligados à educação básica e mais 245 pessoas associadas à Universidade Aberta do Brasil deixarão de receber suas bolsas e financiamentos, a partir de agosto de 2019.

   A produção de conhecimento no país, nas mais diferentes áreas, será brutalmente afetada, já que a imensa maioria dos trabalhos acadêmicos no Brasil, que resultam em inovações e avanços científicos e tecnológicos, são desenvolvidos nas universidades, sustentados exatamente pelas bolsas.

   Temer parece mesmo decidido a encerrar seu mandato tendo sido o responsável por destruir os sistemas de Educação, Ciência e Tecnologia do país. A interrupção dos financiamentos, afinal, pode ainda empurrar os pesquisadores brasileiros a buscar abrigo em instituições internacionais, deixando o Brasil cada vez mais carente de cabeças pensantes qualificadas, fundamentais para garantir a soberania nacional.

   Indignada, a comunidade científica já se mobiliza para evitar esse desmanche trágico. O  Sindicato dos Professores engrossa solidariamente esse movimento cidadão. Não podemos aceitar que o governo sem votos transforme o Brasil numa ‘nova’ colônia, versão século XXI.


terça-feira, 31 de julho de 2018

BNCC: DIA DA DENÚNCIA

‘DIA D’ É DIA DE DENÚNCIA:
PELA REVOGAÇÃO DA REFORMA DO ENSINO MÉDIO
Nesta quinta-feira, 2 de agosto, o ministério da Educação estará patrocinando um evento publicitário nomeado como
“Dia D” da Educação: será uma ação de marketing travestida de convocatória aos professores, por parte do MEC e de uma entidade oficiosa e praticamente desconhecida - o Conselho Nacional de Secretários de Educação (CONSED) - para, supostamente, debater as diretrizes da nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC) no Ensino Médio.
Mas não haverá debate. A ‘consulta aos professores’ é apenas de fachada, já que o calendário de audiências públicas inicialmente marcado para debater presencialmente a BNCC foi desprezado e a proposta inicial da reforma (de permitir múltiplos itinerários disciplinares opcionais aos estudantes) foi reduzida à obrigatoriedade de apenas duas disciplinas, Português e Matemática.
A Federação dos Professores de São Paulo denunciou a proposta de reforma do ensino médio como ‘autoritária’ já no seu anúncio, pela Medida Provisória 746, de outubro de 2016. O autoritarismo foi reafirmado com o desprezo às discussões em audiências públicas – que provocou até mesmo a renúncia do coordenador da BNCC, professor Cesar Callegari – e confirmado agora com essa quermesse de propostas genéricas que se pretende com a marketagem do ‘dia D’ de 2 de agosto.
O que acontecerá no ‘Dia D’
Nesta quinta, dia 2, as escolas públicas estão sendo orientadas a dispensar as aulas e reunir professores e coagi-los a preencher um formulário de avaliação da BNCC por áreas de conhecimento. A reunião é convocada pela diretoria, sob o mando das secretarias de Educação de cada Estado. As ‘ideias’ recolhidas nos formulários serão consolidadas pelas secretarias de Educação estaduais e encaminhadas ao Conselho Nacional de Educação.  Os professores em escolas privadas não foram chamados a participar.
Essa não é uma discussão séria. É apenas jogo político visando dar um verniz de legitimidade a um processo ilegítimo, e afastar da sociedade a discussão ampla, aberta e franca sobre o destino do ensino aos nossos jovens. O resultado será, novamente, uma reforma autoritária que tende a arrastar nossos estudantes a uma educação entediante, de baixa qualidade e que, ao invés de desenvolver seu espírito de cidadania, irá entregar ao mercado de trabalho jovens com habilidades mínimas e perspectivas medíocres.
Pela revogação da ‘reforma’ 
Na forma em que se encontra a única proposta endossada pela Federação e seus sindicatos integrantes sobre a reforma do Ensino Médio é a sua revogação, pura e simples.
Às professoras e professores na rede privada de ensino em São Paulo, recomendamos conversar com seus colegas, explicar que além de comprometer a educação de qualidade esta reforma pode colocar empregos em risco, e exigir que o texto da reforma seja devolvido ao CNE para discussão ampla e reformulação completa antes de sua implantação.
 Fonte: Fepesp

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Aviso de recesso

Aviso!
O Sindicato dos Professores de Jaú - SINPRO JAÚ entrará em recesso no dia 13 de julho até o dia 27. Retornaremos às atividades normalmente na segunda-feira (30).

Agradecemos a compreensão e mesmo em recesso atendemos por e-mail, sinprojau@hotmail.com.
Atenciosamente.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

RESISTÊNCIA, AGORA MAIS DO QUE NUNCA

Ao votar contra a manutenção da compulsoriedade do recolhimento da contribuição sindical, o Supremo Tribunal Federal exarou voto político e condenou os sindicatos ao enfraquecimento maliciosamente montado na ‘reforma’ trabalhista.

O objetivo da reforma sempre foi o do barateamento da mão de obra, o enfraquecimento das organizações sindicais, a falsa ‘modernização’ das relações de trabalho pelo seu ajuste aos padrões de competição globalizada que tornam o Brasil um país neocolonial, de exploração desenfreada do trabalho e desvalorização escancarada do trabalhador.

Mesmo declarando de véspera que os juízes da Corte maior ‘não devem fazer política’, o placar de 6x3 contra os sindicatos, na votação desta sexta-feira, mostra que os juízes deixaram de lado o julgamento técnico, ignoraram a natureza tributária da contribuição sindical compulsória como prevista na CLT pré-‘reforma’ e se alinharam ao pensamento anti-sindical que domina o golpismo instalado no país desde setembro de 2016.

Registre-se aqui o voto dos ministros Luis Fachin, Dia Toffoli e Rosa Weber, pelo equilíbrio das relações do trabalho com a manutenção do desconto em favor dos sindicatos. Tais votos indicaram a forma de assegurar negociações menos desiguais diante de um setor patronal ganancioso e, em última análise, destruidor de uma classe trabalhadora também consumidora que, desprovida de proteção forte, tende a ganhar menos, consumir menos e levar à bancarrota a produção nacional.

Isso dito, queremos deixar claro que não iremos esmorecer. Desde o primeiro momento em que a ‘reforma’ foi imposta declaramos nossa intenção de resistência. Da declaração à ação, nos unimos aos setores que defendem a organização sindical dos trabalhadores e agimos nesse sentido: a vitória de professores e auxiliares na rede privada, na resistência contra a aplicação brutal da reforma em nossas convenções coletivas e na derrota completa do lado patronal nessa investida, é prova de que é preciso lutar e é possível vencer.

Não haverá nada de novo em nossa prática sindical, mesmo com a condenação do tribunal supremo: continuaremos resistindo, continuaremos alertando e nos organizando para fortalecer a representação sindical. Não seremos dobrados por um entendimento canhestro da função dos sindicatos e continuaremos trabalhando pela união de todos os trabalhadores por justiça social, respeito aos direitos e um futuro melhor para nossas famílias.

Nossa luta continua.

Fonte: Fepesp

Agora é fazer cumprir! Reajusta já está valendo, confira:

Os professores de Educação Básica e Superior já devem ter os salários reajustados referentes ao mês de junho em 2.14%. O percentual também deve ser aplicado no salário de férias e no adicional de 1/3 de abono.

Educação Básica:

O reajuste é de 2,14%, retroativo a março. Se a escola optar pelo não pagamento da Participação nos Lucros de 15% em outubro, o reajuste é de 3,39%, também retroativo ao mês de março.

Piso salarial – Educação Básica 

Os valores dos novos pisos salariais a partir de março de 2018 são os seguintes:

professores de educação infantil em escolas que só têm educação infantil: R$ 1.220,16 (22 horas semanais)

professores de educação infantil e ensino fundamental até o 5º ano: R$ 1.363,52 (22 horas semanais)

professores do ensino fundamental do 6º ao 9º ano: R$ 16,17 por hora-aula

professores do ensino médio no período noturno: R$ 16,17 por hora-aula

professores do ensino médio: R$ 17,95 por hora-aula

professores de ensino técnico de nível médio e de formação inicial e continuada de trabalhadores: R$ 16,71 por hora-aula

professores de cursos pré-vestibulares: R$ 24,53 por hora-aula

Todos esses valores devem ser acrescidos de 5% de hora-atividade. Quem é horista, recebe ainda 1/6 de Descanso Semanal Remunerado. A hora-aula no período diurno é de 50 minutos e no noturno, 40 minutos.

Cartão alimentação

O cartão alimentação entregue aos professores em substituição à cesta básica deve ser reajustado pelo INPC-Ibge (1,81%). O valor não pode ser inferior a R$ 90,61 e é retroativo a março. As diferenças devem ser creditadas em julho.

Educação Superior: 

A Convenção Vale por dois anos,  em 2018 o reajuste segue a média inflacionária de  2,14%. Em 2019, o reajuste também será estipulado pela média dos índices inflacionários entre março/2018 e fevereiro/2019. As instituições que optarem pela alteração no plano de saúde devem acrescer 0,86% em março/2019.
Proxima  → Página inicial

Sindicato dos Professores de Jaú

SINPRO