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quarta-feira, 24 de outubro de 2018

CAMPANHA SALARIAL 2019 - ASSEMBLEIA 26/10/18

No dia 26 de outubro, os professores da Educação Básica e do Sistema S estão convocados a participarem da nossa assembleia de Campanha Salarial 2019, na Sede do Sindicato, às 17h00, quando nossa pauta de reivindicações será construída democraticamente e nossa luta será organizada.

A Sede do Sinpro Jaú fica localizada na Rua Miguel Sancinetti, 217, JD Netinho Prado, Jaú-SP.

É HORA DE AVANÇAR!

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

DIA DO PROFESSOR: PARABÉNS!


Quem educa com dedicação
Transmitindo sabedoria,
Por honra a uma só profissão
Que escolheu ser sua um dia…

Quem procura sempre soluções
Para problemas dos seus alunos
E se empenha sem distrações
Nos momentos mais oportunos…

Merece a nossa maior gratidão
Por fazer tudo com tanto amor
E que lhe desejem de coração
Um Feliz Dia do Professor!

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

CAMPANHA SALARIAL 2019 JÁ COMEÇOU

CAMPANHA SALARIAL 2019: ASSEMBLÉIAS EM OUTUBRO



Fique de olho nos avisos do seu sindicato:
agora em outubro teremos as primeiras assembleias da Campanha Salarial 2019.


Vai ser a assembleia da 'pauta quente!' - vamos discutir e votar o que queremos em nossa pauta de reivindicações, para defender nossos direitos e, agora, avançar.

Este ano tudo começa mais cedo, para aproveitar o embalo das campanhas vitoriosas deste ano e para se antecipar a qualquer nova tentativa de reduzir direitos.


A PRIMEIRA REUNIÃO

Os sindicatos integrantes da Fepesp reuniram-se em Campinas, na sede do Sinpro, para organizar com antecedência a campanha salarial de 2019. Assembleias para discussão de pauta e organização da mobilização serão realizadas agora no mês de outubro. Vamos avançar, com a modernização da nossa convenção!


Em 2018, a campanha salarial de professoras, professores e auxiliares de admoinistração escolar na rede privada de ensino em São Paulo enfrentou forte empenho de donos de escolar e instituições de ensino superior no sentido de reduzir direitos para diminuir custos e aumentar suas margerns de lucros. Foi clara a intenção em embarcar na onda da perversa 'reforma' trabalhista do governo sem votos. Mas a categoria soube resistir. Defendeu a palavra de ordem 'vamos defender o que é nosso'' e foi vitoriosa: na educação básica, todos os direitos fortam mantidos; no ensino superior, a tentativa de cortes foi rejeitada.

Agora, em 2019, a campanha salarial está sendo iniciada com antecedência para seguir com o entusiasmo que animou a campanha deste ano.

Já em outubro, serão realizadas as primeiras assembleias para discussão e formação de pauta de reivindicações, com a proposta de avançar na conquista de direitos, modernizando as convenções coletivas de trabalho:

"Modernizar, sim', diz Celso Napolitano, presidente da Federação dos Professores de São Paulo. "Vamos blindar nossas convenções contra tentativas de implantar o trabalho intermitente, a terceirização, a pejotização dos professores. Vamos discutir a 'hora tecnológica', o tempo em que professores agora dedicam ao trabalho docente via meios eletrônicos que os colocam à disposição da escola 24 horas por dia. As escolas já se preparam para se atualizar, aumentando suas mensalidades - vamos também atualizar, modernizar nossos direitos nesta campanha".

A Fepesp é integrada por 25 sindicatos. Após as assembleias em cada sindicato haverá a unificação das pautas até o final de outubro, a fim de dar inicio às negociações da campanha de 2019 ainda no mês de novembro, antes das férias coletivas e recesso de fim de ano dos professores.

Fonte: www.fepesp.org.br

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

PLR ou Abono Salarial 2018 - Educação Básica

Fique de olho: o dia 15 de outubro é o prazo limite para as escolas pagarem a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) da escola, ou Abono Especial, a todos os professores e auxiliares de administração escolar da Educação Básica na rede privada de São Paulo representados pelos sindicatos integrantes da Fepesp.



Isso foi conquista da campanha salarial e foi confirmado em comunicado conjunto dos sindicatos integrantes da Fepesp e da entidade patronal nesta terça-feira, dia 18/09.
O PLR, ou Abono Salarial, é de 15% sobre o seu salário bruto em Outubro. A PLR ou o Abono devem ser calculados levando em conta o seu salário reajustado – isto é, sobre a soma de todas as parcelas habitualmente recebidas como salário base, hora-atividade, descanso semanal remunerado e quaisquer outros adicionais incorporados à remuneração mensal.
QUEM RECEBE – Todas as professoras, professores e auxiliares de administração escolar que estiverem contratados em outubro devem receber os 15% de PLR ou abono, independentemente do tempo de serviço na escola. Recebe também quem estiver em licença remunerada licença maternidade por gravidez ou adoção ou licença médica de até seis meses.
Este pagamento da PLR, ou abono, não caiu do céu. Ele só será pago por que a mobilização de professores e auxiliares foi vitoriosa na campanha salarial de 2018. Está na convenção, tem força de lei. Avise seus colegas: se o PLR não for pago até o 15 de outubro, avise imediatamente o seu sindicato!

Fonte: www.fepesp.org.br

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Convenção Coletiva 2018/2019 - Educação Superior



EDUCAÇÃO SUPERIOR: VEJA A ÍNTEGRA DA SUA CONVENÇÃO COLETIVA

Professores: https://bit.ly/2nEjiwY


Os professores da rede privada de Ensino Superior tem uma nova série de direitos na Convenção Coletiva de Trabalho 2018/2019. Veja o link acima todas as cláusulas que valem para as categorias até 29 de fevereiro de 2020. São direitos que vão além da CLT, não dependem da bondade das instituições e nem são ordens do MEC: são conquistas da Campanha Salarial, construídas durante o período de negociações. Agora tem força de lei.


O acordo firmado nestas convenções coletivas foi resultado de uma campanha difícil. No início das negociações, em fevereiro, as instituições estavam decidas a reduzir seus custos com pessoal - e garantir a lucratividade das faculdades - reduzindo a despesa com pessoal. Vieram dispostas a eliminar a sua assistência médica, cortas bolsas de estudo, e não falar em reajuste.




Diante da nossa resistência, com reunões e assembleias nos sindicatos, a comissão de Negociação formada pela Fepesp e seus sindicatos integrantes conseguiu demover a intenção das mantenedoras em eliminar nossa assistência médica. Foi construída uma proposta que mantêm os planos de saúde, com algumas modificações. A proposta inclui reajuste pela média dos indices de inflação, de 2,14%, retroativo a 1º de março, data base de professores e auxiliares de administração escolar.


Os principais destaques da sua Convenção Coletiva 2018/2019:

- Renovação da Convenção Coletiva com duração de 2 anos.

- Reajuste 2018: 2,14%.

- Plano de saúde: será mantido na Convenção. As mantenedoras poderão optar por alterar as condições atuais, adotando coparticipação e o trabalhador assumindo a diferença entre a sinistralidade e o reajuste pela ANS, na data de aniversário do plano e enviando documentação a uma comissão de Federações e Semesp. Caso assim procedam, em 2019, reajustarão os salários pela média dos índices + 0,86%.

- As mantenedoras que optarem por manter as condições atuais estipuladas na convenção, podendo não receber contribuição alguma do trabalhador, reajustarão os salários em 2019 pela média dos índices.

- Reajustes e atualizações na Convenção Coletiva serão retroativos a 1º de março, data base de professores e auxiliares de administração escolar na rede privada de São Paulo.

O que está na convenção, agora, tem força de lei - diga aos colegas, consulte as cláusulas e procure o seu sindicato se tiver qualquer dúvida.


segunda-feira, 13 de agosto de 2018

SESI/SENAI: SALÁRIO MAIS ALTO EM AGOSTO

Aumento real também é resultado da nossa campanha salarial 2018!



A partir de 1º de agosto o salário de professores e técnicos de ensino no Sesi e no Senai de São Paulo terá um novo reajuste - e desta vez, mais do que compensar a inflação, será um aumento real de salários.

O aumento será de 0,43% sobre os salários praticados em julho deste ano. Desse modo, o reajuste salarial total (sobre fevereiro/2018) será de 2,25%. O salário de agosto será também a base de cálculo para março/2019, quando renovamos nosso Acordo Coletivo de Trabalho.

O reajuste aplicado em 1º de março - data-base da categoria - recuperou a inflação do período de um ano, e foi de de 1,81% segundo o INPC. A Fepesp e os seus sindicatos integrantes sempre consideraram esse índice como insuficiente e mantiveram a pressão em negociações para a aplicação de aumento real de salários, que foi alcançado agora, com a persistência da categoria.

A campanha salarial - No final de fevereiro, assembleias simultâneas em todo o estado de São Paulo aprovaram a contraproposta negociada pelos sindicatos junto aos representantes do Sesi e do Senai a professores e técnicos de ensino das instituições.

Diante de um cenário de implementação da nova legislação trabalhista, as assembleias foram marcadas por intensos debates sobre resistência e coletividade. Com um acordo coletivo válido por dois anos, até 2019, as rodadas levaram para a mesa de negociação algumas cláusulas e pontos específicos, como, por exemplo, a assistência médica, o reajuste e os vales alimentação e refeição - as cláusulas financeiras do acordo, que, estas sim, tinham validade definida para um ano e iriam expirar neste 28 de fevereiro. Com isso, foi assegurada a manutenção de todas as cláusulas sociais do Acordo Coletivo de Trabalho.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Pesquisadores correm o risco de ter bolsas cortadas

    A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) denunciou, em carta assinada pelo presidente da entidade, Abílio Baeta Neves e publicada na última quinta-feira, mais uma ação nefasta do governo Temer – a redução de verbas que pode interromper por completo o pagamento de bolsas de estudos para pesquisadores do país.
“Foi repassado à CAPES um teto limitando seu orçamento para 2019, que representa um corte significativo em relação ao próprio orçamento de 2018, fixando um patamar muito inferior ao estabelecido pela Lei de Diretrizes Orçamentárias. Caso seja mantido esse patamar, os impactos serão graves para os programas de fomento da Agência”, alerta o documento.

    As consequências seriam dramáticas, já no curto prazo: caso o orçamento indicado não seja mesmo revisto, todos os 93 mil alunos de pós-graduação, em diferentes níveis (mestrado doutorado e pós-doutorado), além de 105 mil beneficiários de programas ligados à educação básica e mais 245 pessoas associadas à Universidade Aberta do Brasil deixarão de receber suas bolsas e financiamentos, a partir de agosto de 2019.

   A produção de conhecimento no país, nas mais diferentes áreas, será brutalmente afetada, já que a imensa maioria dos trabalhos acadêmicos no Brasil, que resultam em inovações e avanços científicos e tecnológicos, são desenvolvidos nas universidades, sustentados exatamente pelas bolsas.

   Temer parece mesmo decidido a encerrar seu mandato tendo sido o responsável por destruir os sistemas de Educação, Ciência e Tecnologia do país. A interrupção dos financiamentos, afinal, pode ainda empurrar os pesquisadores brasileiros a buscar abrigo em instituições internacionais, deixando o Brasil cada vez mais carente de cabeças pensantes qualificadas, fundamentais para garantir a soberania nacional.

   Indignada, a comunidade científica já se mobiliza para evitar esse desmanche trágico. O  Sindicato dos Professores engrossa solidariamente esse movimento cidadão. Não podemos aceitar que o governo sem votos transforme o Brasil numa ‘nova’ colônia, versão século XXI.


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Sindicato dos Professores de Jaú

SINPRO