quinta-feira, 1 de abril de 2021

ASSEMBLEIA VIRTUAL SESI/SENAI DIA 8 DE ABRIL, ÀS 9 HORAS!


 


Professores e Professoras do SESI/SENAI em Jaú, na próxima quinta-feira dia 08 de abril, às 9 horas, estaremos reunidos em um ambiente online para defender nossos direitos, estejam por perto.

Para participar é fácil, acesse e preencha com as informações solicitadas:

http://bit.ly/assembleia-sesi-senai-sinpro-jau

E você recebera em seu e-mail ou whatsapp o link da assembleia.

Não fique de fora, juntos somos mais fortes! 



quarta-feira, 10 de março de 2021

URGENTE! Justiça suspende aulas presenciais nas fases laranja e vermelha

 

Em decisão divulgada ontem, 09/03, a juíza Simone Gomes Rodrigues Casoretti , do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, determinou que os professores de escolas públicas e privadas não podem ser chamados para trabalho durante as fases vermelha e laranja do Plano São Paulo. A ação civil pública foi movida pela Federação dos Professores do Estado de São Paulo (Fepesp), junto com Apeoesp, Centro do Professorado Paulista e Afuse. A decisão foi uma vitória da luta unitária em defesa da vida, da saúde e da dignidade no trabalho.




A Fepesp, representando vinte e cinco sindicatos de professores da rede privada (inclusive o Sinpro Jaú), e as demais entidades (ligadas aos servidores públicos) ajuizaram a ação em janeiro, depois de o governo estadual ter autorizado a retomada das aulas presenciais durante as fases vermelha e laranja, o que era proibido até então.

Às vésperas do reinício do ano letivo, as entidades conseguiram suspender as aulas presenciais, mas a decisão liminar acabou derrubada pelo presidente do Tribunal. O processo teve continuidade e agora foi julgado.

Em sua decisão, a juíza Casoretti criticou a repentina mudança de posicionamento do Governo do Estado de São Paulo que anteriormente defendia a volta às aulas presenciais apenas quando a curva de contágio estivesse controlada. Ela ressaltou que diante do altíssimo número de mortos por dia e do iminente colapso do sistema de saúde, o retorno presencial às aulas é “medida contraditória e sem motivação válida”.

“Nada recomenda que as medidas de contenção da propagação do vírus sejam flexibilizadas”, afirmou a juíza em sua sentença. “A retomada das aulas presenciais deve ocorrer numa situação de maior controle da pandemia, com a redução dos números de internações e mortes, com base em estudos técnicos e científicos condizentes com a realidade, com medidas governamentais capazes de assegurar não só o distanciamento social, mas também a vacinação da população de forma mais célere”, concluiu.

Apesar da vitória histórica, a luta não acabou e não podemos baixar a guarda. As escolas são obrigadas a respeitar de imediato a decisão, ainda que exista a possibilidade de recurso. Denuncie imediatamente ao Sinpro Jaú caso algum estabelecimento de ensino decida descumprir a sentença do Tribunal de Justiça. Estamos juntos!

 

LEIA AQUI A ÍNTEGRA DA SENTENÇA


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Agora, mobilização e negociação!

As pautas de reivindicações discutidas nas assembleias de professores e técnicos de ensino do Sesi/Senai, e de professores e auxiliares de administração escolar da Educação Básica, estão prontas, foram consolidades e entregues ao patronal nesta terça-feira, dia 23.

Agora, mobilização e negociação!

Com a entrega da pauta, determinamos em um primeiro acordo a manutenção da data-base das categorias – 1º de março, para a renovação do acordo coletivo no Sesi/Senai e da convenção coletiva de trabalho na Educação Básica. Também firmamos termos de comum acordo para buscar soluções mediadas em caso de fracasso das negociações.

A primeira rodada de negociações será na terça-feira, dia 2 de março.








Fonte: http://fepesp.org.br/noticia/agora-mobilizacao-e-negociacao/

Veja as pautas completas no site da fepesp:


Educação Básica: http://fepesp.org.br/noticia/campanha-salarial-2021-educacao-basica-pautas-de-reivindicacoes/

Sesi/Senai: http://fepesp.org.br/noticia/campanha-salarial-2021-sesi-senai-sp-pautas-de-reivindicacoes/

terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Manifesto do Sinpro Jaú contra o retorno das aulas

 


MANIFESTO CONTRA O RETORNO DAS AULAS PRESENCIAIS DA REDE PARTICULAR DE ENSINO NO MUNICÍPIO DE JAÚ



Considerando a pandemia provocada pelo Covid-19 que assola o mundo no presente momento, bem como a quantidade de vítimas fatais crescentes no município de Jaú, o SINPRO – Jaú preconiza o adiamento do retorno às aulas presenciais em favor da preservação da vida de todos os membros da comunidade escolar. 


A concentração de indivíduos nas escolas – que vão desde professores e alunos à equipe gestora e funcionários – coloca em risco o direito à vida, previsto na Constituição Federal de 1988, visto que a recomendação das autoridades se pauta no isolamento social como forma de contenção da transmissão da doença. 


Sabe-se que o Município de Jaú se encontra, hoje, na Fase Vermelha de do Plano São Paulo, que indica cautela total, para evitar maiores danos proporcionados pelo Covid-19. Além disso, o Plano São Paulo não estabelece medidas e normas para o retorno presencial de instituições educacionais na Fase Vermelha, e menciona protocolos somente para municípios que se encontram na fase 3 (Amarela) ou superior; ainda assim, escolas particulares que retornaram às aulas presenciais no município de São Paulo, após o enquadramento desse na Fase Amarela, suspenderam-nas uma semana após o início, por conta do contágio de alunos e funcionários, comprovando a ineficácia de contenção do vírus mesmo com o preparo estrutural das instituições. 


É de conhecimento geral a dificuldade vivenciada pela Santa Casa de Jaú em atender a todos os doentes, com falta de leitos e vacinas que promovam a proteção integral do cidadão. Considera-se, portanto, que o retorno às atividades presenciais nas entidades de ensino, a exemplo do vivenciado em cidades que autorizaram a volta às atividades presenciais, é inviável no presente momento. 


O SINPRO-Jaú valoriza a educação, mas crê que a aprendizagem se recupera, e coloca, em primeiro lugar, o valor da vida de professores, alunos e demais componentes da unidade escolar, posicionando-se veementemente contra o retorno às aulas presenciais. 



Jaú, 23 de fevereiro de 2021

Sindicato dos Professores dos Estabelecimentos de Educação Básica (Ensino Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio), Ensino Superior, Ensino Profissionalizante, Cursos Livres e Afins de Jaú - SINPRO-JAÚ



segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Assembleia Virtual da Educação Básica 12/02, às 17h

 Professores da Educação Básica

Assembleia virtual nesta sexta-feira (12), com início às 17h, na plataforma MEET, com link que estará disponível às 16h45 do mesmo dia. 

Link da assembleia será enviado via e-mail e whatsapp à partir das 16h (link acessível à partir das 16h45 de quarta-feira).

*INSCRIÇÃO NECESSÁRIA PARA  LIBERAÇÃO DE ACESSO*

Preencher o formulário com antecedência para que seja liberado acesso.

Informações solicitadas no formulário são: Nome Completo, E-mail, Telefone com WhatsApp e cadastro comprobatório de sua condição de trabalhador.

*O comprovante pode ser foto ou scanner do holerite, carteira de trabalho ou algo que comprove vínculo com a escola.

*LINK DO FORMULARIO AQUI

https://forms.gle/VLyy8qFGBQCpNAjBA

VÍRUS NÃO, SAÚDE SIM!

*Atenção: Professores que não efetuarem inscrição antecipada ou acessarem o link com outro e-mail não informado, não será permitido acesso.

Caso ocorra algum problema, envie uma mensagem no whatsapp para +55 014 99846-6433 ou clique neste link: link direto para whatsapp (Maicon Cunha).




Assembleia SESI/SENAI com falta abonada

Professores do SESI/SENAI.

Assembleia virtual com falta abonada nesta quarta-feira (10), com início às 12h, na plataforma MEET, com link que estará disponível às 11h45 do mesmo dia. 

Link da assembleia será enviado via e-mail e whatsapp à partir das 11h (link acessível à partir das 11h45 de quarta-feira).

*INSCRIÇÃO NECESSÁRIA PARA  LIBERAÇÃO DE ACESSO*

Preencher o formulário com antecedência para que seja liberado acesso.

Informações solicitadas no formulário são: Nome Completo, E-mail, Telefone com WhatsApp e cadastro comprobatório de sua condição de trabalhador no SESI/SENAI.

*O comprovante pode ser foto ou scanner do holerite, carteira de trabalho ou algo que comprove vínculo com a escola.

*LINK DO FORMULARIO AQUI 

https://forms.gle/Va31JDC9AgieSPtc6

Tema da assembleia: Preparar pauta para reivindicações.

*Atenção: Professores que não efetuarem inscrição antecipada ou acessarem o link com outro e-mail não informado, não será permitido acesso.

Caso ocorra algum problema, envie uma mensagem no whatsapp para +55 014 99846-6433 ou clique neste link: link direto para whatsapp (Maicon Cunha).







quarta-feira, 22 de abril de 2020

Pacote ‘verde amarelo’ não resolveu desemprego e não aguentou pressão geral

MP 905/19: medida provisória não resolve o problema estrutural do desemprego, Senado desiste de votação, e governo prefere retirar a proposta a registrar sua derrota no Congresso. Foi vitória nossa, da nossa resistência!

Foi com grande fanfarra que o governo apresentou, em novembro do ano passado, o que julgava ser um remédio milagroso contra o desemprego no país era a MP 905, do pacote verde amarelo.

Verde-amarela seria a carteira de trabalho do empregado sem direitos, sem garantia e sem benefícios. Como medida provisória, esse embrulho verde-amarelo tinha prazo para ser aprovado pelo Congresso, 120 dias, como toda medida provisória.

O prazo acabava nesta segunda-feira, 20/04, e o Senado, pressionado pelos sindicatos e confrontado pela realidade – o desemprego só cresceu durante a validade provisória do pacote, e o presidente não soube ser digno da presidência neste período crítico de nossa História – parecia resolvido a deixar o prazo correr.

O governo, então, teve que reconhecer sua derrota. Não pagou para ver. Amarelou, e preferiu revogar pacote.

Foi vitória nossa. Desde o primeiro dia, alertamos para a precariedade do pacote. Resistimos. Fizemos pressão no Congresso. E derrotamos essa tentativa de precarizar nosso trabalho.



O repúdio ao arrocho do pacote ‘verde amarelo’

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), decidiu tirar da pauta a Medida Provisória (MP) 905, que trata do contrato de trabalho “verde e amarelo”. Foi uma vitória da oposição e dos movimentos sociais, que pressionavam para que a proposta não entrasse em votação e organizaram a campanha “#CaducaMP905” nas redes sociais. Se não for votada até a próxima segunda-feira (20/04), a MP perde a validade. Alcolumbre disse ainda que não garante a votação nem na própria segunda.

Na sessão de sexta-feira, alguns partidos apresentaram questão de ordem contra a votação do projeto de lei de conversão (PLV 4) resultante da medida provisória, que passou por alterações na Câmara, onde foi aprovada na última terça-feira (14). Líderes partidários argumentaram que a matéria não tem relação com o momento de pandemia.

Outras legendas se posicionaram contra a votação nesta sexta sem que houvesse acordo. O PSDB sugeriu transferir a sessão para segunda-feira, último dia do prazo, enquanto o Podemos propôs a edição de nova medida provisória. Já os líderes do governo no Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO), e do PSL no Senado, Major Olímpio (SP), defenderam a votação até segunda.



Valeu nossa pressão –   “Nenhuma das medidas provisórias foi tão complexa como essa. Há questionamentos desde a sua edição. Isso é público”, disse o presidente do Senado. “A medida provisória que teve o maior número de emendas na história do Congresso”, acrescentou o presidente do Senado.


Ele informou que 11 líderes se manifestaram para não votar o projeto. “Não foi para adiar, foi para não votar”, reforçou. Dois pediram para tirar da pauta de hoje e transferi-la para segunda-feira. Alcolumbre relatou ter recebido “questões de ordem de toda ordem” sobre a proposta. “Não tenho dúvida de que não temos condições de votar essa medida provisória hoje.”







Sessão virtual no Senado – rejeição da medida provisória que arrocha direitos trabalhistas







Foi com grande fanfarra que o governo apresentou, em novembro do ano passado, o que julgava ser um remédio milagroso contra o desemprego no país era a MP 905, do pacote verde amarelo.

Verde-amarela seria a carteira de trabalho do empregado sem direitos, sem garantia e sem benefícios. Como medida provisória, esse embrulho verde-amarelo tinha prazo para ser aprovado pelo Congresso, 120 dias, como toda medida provisória.

O prazo acabava nesta segunda-feira, 20/04, e o Senado, pressionado pelos sindicatos e confrontado pela realidade – o desemprego só cresceu durante a validade provisória do pacote, e o presidente não soube ser digno da presidência neste período crítico de nossa História – parecia resolvido a deixar o prazo correr.

O governo, então, teve que reconhecer sua derrota. Não pagou para ver. Amarelou, e preferiu revogar pacote.

Foi vitória nossa. Desde o primeiro dia, alertamos para a precariedade do pacote. Resistimos. Fizemos pressão no Congresso. E derrotamos essa tentativa de precarizar nosso trabalho.



O repúdio ao arrocho do pacote ‘verde amarelo’
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), decidiu tirar da pauta a Medida Provisória (MP) 905, que trata do contrato de trabalho “verde e amarelo”. Foi uma vitória da oposição e dos movimentos sociais, que pressionavam para que a proposta não entrasse em votação e organizaram a campanha “#CaducaMP905” nas redes sociais. Se não for votada até a próxima segunda-feira (20/04), a MP perde a validade. Alcolumbre disse ainda que não garante a votação nem na própria segunda.

Na sessão de sexta-feira, alguns partidos apresentaram questão de ordem contra a votação do projeto de lei de conversão (PLV 4) resultante da medida provisória, que passou por alterações na Câmara, onde foi aprovada na última terça-feira (14). Líderes partidários argumentaram que a matéria não tem relação com o momento de pandemia.

Outras legendas se posicionaram contra a votação nesta sexta sem que houvesse acordo. O PSDB sugeriu transferir a sessão para segunda-feira, último dia do prazo, enquanto o Podemos propôs a edição de nova medida provisória. Já os líderes do governo no Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO), e do PSL no Senado, Major Olímpio (SP), defenderam a votação até segunda.



Valeu nossa pressão –   “Nenhuma das medidas provisórias foi tão complexa como essa. Há questionamentos desde a sua edição. Isso é público”, disse o presidente do Senado. “A medida provisória que teve o maior número de emendas na história do Congresso”, acrescentou o presidente do Senado.

Ele informou que 11 líderes se manifestaram para não votar o projeto. “Não foi para adiar, foi para não votar”, reforçou. Dois pediram para tirar da pauta de hoje e transferi-la para segunda-feira. Alcolumbre relatou ter recebido “questões de ordem de toda ordem” sobre a proposta. “Não tenho dúvida de que não temos condições de votar essa medida provisória hoje.”




Sessão virtual no Senado – rejeição da medida provisória que arrocha direitos trabalhistas
O presidente do Senado acrescentou que tentou uma composição com a Câmara, “dividindo” a matéria e fazendo um substitutivo, que seria relatado por Rogério Carvalho (PT-SE) como relator. Mas, segundo ele, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não aceitou a sugestão.

“Então, está vencida a tese do substitutivo. Não tem mais relator da matéria”, afirmou Alcolumbre. “Vou retirar da sessão de hoje a Medida Provisória 905 e não vou dar garantia que ela estará pautada na segunda.”

(via Rede Brasil Atual)



Pacote verde amarelo: nota técnica aponta os problemas

Nesta detalhada Nota Técnica elaborada para o DIAP – Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar, o consultor Luis Alberto dos Santos detalha os excessos da medida provisória, suas inconstitucionalidades e, ainda, suas recorrentes injustiças contra quem se encontra em situação de vulnerabilidade – no caso, os desempregos e os trabalhadores de diversas categorias profissionais que terão de trabalhar sábados, domingos e feriados, sem, contudo, receber horas extras em dobro, apenas para citar um exemplo de injustiça no contexto da proposta do governo.


Leia mais em: http://fepesp.org.br/noticia/pacote/
Proxima  → Página inicial

Sindicato dos Professores de Jaú

SINPRO