Pensando em você!

Não perca seus direitos

MOMENTO DE RESISTÊNCIA!

Essa é a hora

Aviso de recesso

É fériasss!

Fortalecendo o time

Você é muito importante! Faça parte agora!

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Aviso de recesso

Aviso!
O Sindicato dos Professores de Jaú - SINPRO JAÚ entrará em recesso no dia 13 de julho até o dia 27. Retornaremos às atividades normalmente na segunda-feira (30).

Agradecemos a compreensão e mesmo em recesso atendemos por e-mail, sinprojau@hotmail.com.
Atenciosamente.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

RESISTÊNCIA, AGORA MAIS DO QUE NUNCA

Ao votar contra a manutenção da compulsoriedade do recolhimento da contribuição sindical, o Supremo Tribunal Federal exarou voto político e condenou os sindicatos ao enfraquecimento maliciosamente montado na ‘reforma’ trabalhista.

O objetivo da reforma sempre foi o do barateamento da mão de obra, o enfraquecimento das organizações sindicais, a falsa ‘modernização’ das relações de trabalho pelo seu ajuste aos padrões de competição globalizada que tornam o Brasil um país neocolonial, de exploração desenfreada do trabalho e desvalorização escancarada do trabalhador.

Mesmo declarando de véspera que os juízes da Corte maior ‘não devem fazer política’, o placar de 6x3 contra os sindicatos, na votação desta sexta-feira, mostra que os juízes deixaram de lado o julgamento técnico, ignoraram a natureza tributária da contribuição sindical compulsória como prevista na CLT pré-‘reforma’ e se alinharam ao pensamento anti-sindical que domina o golpismo instalado no país desde setembro de 2016.

Registre-se aqui o voto dos ministros Luis Fachin, Dia Toffoli e Rosa Weber, pelo equilíbrio das relações do trabalho com a manutenção do desconto em favor dos sindicatos. Tais votos indicaram a forma de assegurar negociações menos desiguais diante de um setor patronal ganancioso e, em última análise, destruidor de uma classe trabalhadora também consumidora que, desprovida de proteção forte, tende a ganhar menos, consumir menos e levar à bancarrota a produção nacional.

Isso dito, queremos deixar claro que não iremos esmorecer. Desde o primeiro momento em que a ‘reforma’ foi imposta declaramos nossa intenção de resistência. Da declaração à ação, nos unimos aos setores que defendem a organização sindical dos trabalhadores e agimos nesse sentido: a vitória de professores e auxiliares na rede privada, na resistência contra a aplicação brutal da reforma em nossas convenções coletivas e na derrota completa do lado patronal nessa investida, é prova de que é preciso lutar e é possível vencer.

Não haverá nada de novo em nossa prática sindical, mesmo com a condenação do tribunal supremo: continuaremos resistindo, continuaremos alertando e nos organizando para fortalecer a representação sindical. Não seremos dobrados por um entendimento canhestro da função dos sindicatos e continuaremos trabalhando pela união de todos os trabalhadores por justiça social, respeito aos direitos e um futuro melhor para nossas famílias.

Nossa luta continua.

Fonte: Fepesp

Agora é fazer cumprir! Reajusta já está valendo, confira:

Os professores de Educação Básica e Superior já devem ter os salários reajustados referentes ao mês de junho em 2.14%. O percentual também deve ser aplicado no salário de férias e no adicional de 1/3 de abono.

Educação Básica:

O reajuste é de 2,14%, retroativo a março. Se a escola optar pelo não pagamento da Participação nos Lucros de 15% em outubro, o reajuste é de 3,39%, também retroativo ao mês de março.

Piso salarial – Educação Básica 

Os valores dos novos pisos salariais a partir de março de 2018 são os seguintes:

professores de educação infantil em escolas que só têm educação infantil: R$ 1.220,16 (22 horas semanais)

professores de educação infantil e ensino fundamental até o 5º ano: R$ 1.363,52 (22 horas semanais)

professores do ensino fundamental do 6º ao 9º ano: R$ 16,17 por hora-aula

professores do ensino médio no período noturno: R$ 16,17 por hora-aula

professores do ensino médio: R$ 17,95 por hora-aula

professores de ensino técnico de nível médio e de formação inicial e continuada de trabalhadores: R$ 16,71 por hora-aula

professores de cursos pré-vestibulares: R$ 24,53 por hora-aula

Todos esses valores devem ser acrescidos de 5% de hora-atividade. Quem é horista, recebe ainda 1/6 de Descanso Semanal Remunerado. A hora-aula no período diurno é de 50 minutos e no noturno, 40 minutos.

Cartão alimentação

O cartão alimentação entregue aos professores em substituição à cesta básica deve ser reajustado pelo INPC-Ibge (1,81%). O valor não pode ser inferior a R$ 90,61 e é retroativo a março. As diferenças devem ser creditadas em julho.

Educação Superior: 

A Convenção Vale por dois anos,  em 2018 o reajuste segue a média inflacionária de  2,14%. Em 2019, o reajuste também será estipulado pela média dos índices inflacionários entre março/2018 e fevereiro/2019. As instituições que optarem pela alteração no plano de saúde devem acrescer 0,86% em março/2019.

Veja como pedir demissão no primeiro semestre letivo

No final do primeiro semestre, o desligamento (último dia de trabalho) deve corresponder ao dia que antecede o início das férias. O professor deve comunicar sua decisão de não lecionar na escola no segundo semestre letivo subsequente e deve trabalhar até o encerramento do período letivo.

A escola não pode descontar o aviso prévio de quem fez a comunicação no último dia de aula, pois ela terá sido notificada com antecedência de 30 dias do reinício das aulas.

 Modelo de carta para demissão:

 À (nome da Instituição)

 Nos termos do que dispõe o artigo 487 da CLT, inciso II, comunico que deixarei de lecionar nessa Instituição no segundo semestre. Por essa razão, informo o meu desligamento ao término das atividades do primeiro semestre letivo.

 Date, assine em duas vias e guarde uma delas protocolada pela escola.

Verbas rescisórias

Quem pede demissão tem direito a receber:

- Dias trabalhados em junho;
- 13º proporcional;
- férias não gozadas (proporcionais ou integrais), acrescidas de 1/3. O pagamento das férias depende da data de admissão do professor e do período em que as férias anteriores foram gozadas. As férias proporcionais são devidas - também a quem tem menos de um ano de casa e pediu demissão;
- participação nos lucros proporcional prevista nas convenções coletivas dos professores de educação básica.



Prazo de pagamento

As verbas rescisórias devem ser pagas até dez dias corridos após o desligamento do professor, se não houver aviso prévio, ou no dia seguinte ao término do aviso prévio.

Homologações

O professor deve exigir que a homologação seja feita no Sinpro. Em caso de intransigência da instituição de ensino, o docente deve ir ao Sindicato para que sua rescisão seja conferida e seus direitos garantidos.

quarta-feira, 30 de maio de 2018

29/05: As imagens da segunda paralisação em defesa da Convenção



VITÓRIA!
Professores aprovam proposta
que garante Convenção Coletiva



Com a rua ocupada por mais de 3 mil professores, a assembleia no SinproSP , realizada na tarde de terça-feira, dia 29, aprovou proposta para assinatura de convenção coletiva, com a manutenção de todos os direitos, reajuste de 3% e participação nos lucros ou resultados de 15%.

A proposta foi construída entre o SinproSP e o Sieeesp e concluída um pouco antes do início da assembleia.

A categoria, contudo, decidiu manter estado de greve até a próxima quarta-feira, às 18h, quando será nova realizada nova assembleia no Sindicato. Se até esta data não houver a formalização do acordo, a assembleia pode deliberar greve. Encerrada a assembleia, os professores seguiram em passeata até o MASP.

A campanha salarial mostrou uma mobilização histórica da categoria e colocou a reforma trabalhista na ordem do dia.




 Fonte: fepesp.org.br


IMPASSE NAS NEGOCIAÇÕES - CAMPANHA SALARIAL 2018, EDUCAÇÃO SUPERIOR

Patronal não firma compromisso, não faz proposta,
não dá resposta, procrastina acordo - e leva negociação
da Convenção Coletiva a um impasse.
Assistência médica está em risco.
Desde fevereiro, a comissão de negociação dos sindicatos integrantes da Fepesp (Federação dos Professores do Estado de São Paulo) vinha discutindo propostas sérias, detalhadas e bastante com- plicadas envolvendo a assistência médica de professores e auxiliares.
A intenção inicial das mantenedoras era a de acabar com o plano ― alegando alta de custos. Ofereceram, sem qualquer seriedade, trocar o plano de saúde por vale-alimentação, o que rejeitamos de pronto. Construímos uma proposta em que custos de coparticipação ou um aumento na participação dos professores e auxiliares nos custos do plano seria compensado por aumento real de salários e pela inclusão de reembolso de creches para crianças até cinco anos.
Agora, semanas e meses depois, na reunião de negociação de 07/05, a comissão patronal descartou qualquer aumento real, quer limitar o reembolso de creches a 12 meses e voltaram a pedir nova proposta nossa. Nossa resposta foi ‘NÃO’!
Não há mais propostas a fazer. Queremos manter o plano, e para isso construímos uma proposta sensata. Queremos as bolsas de estudo, creches até os cinco anos de nossos filhos. E, além da reposição da inflação, aumento real que demonstre nosso empenho pelo bom resultado das instituições. O mercantilismo das instituições tem resultado em lucros para as escolas e aperto para nós ― e levaram a negociação a um impasse.


sexta-feira, 27 de abril de 2018

CAMPANHA SALARIAL 2018, EDUCAÇÃO BÁSICA: ESCOLAS CEDEM


EDUCAÇÃO BÁSICA: DONOS DE ESCOLAS CEDEM NO REAJUSTE, PRESSÃO CONTINUA.

Antecipação de 2,14% ainda não é negócio fechado.
Pressão veio da mobilização em cada escola, repercu
ssão na
Imprensa. Nossa mobilização é nossa garantia!


Em nota emitida nesta semana em caráter de ‘urgência’, o sindicato dos donos de escolas, o Sieeesp, reconhece a pressão da categoria, a péssima repercussão na imprensa de sua negativa em continuar as negociações da campanha salarial de professoras, professores e auxiliares na Educação Básica privada  e recomenda aos estabelecimentos de ensino ‘concedam a título de antecipação salarial o percentual de 2,14%  referente à média aritmética dos índices inflacionários do período compreendido entre 1º de março de 2017 e 28 de fevereiro de 2018’ (veja comunicado completo no anexo).
O percentual de 2,14% é a média aritmética dos índices apurados nos últimos doze meses pelo IBGE (INPC), pela FIPE (IPC) e pelo DIEESE (ICV). É parte do que reivindicamos em nossa campanha salarial, para recomposição de perdas provocadas pela inflação, mas não inclui qualquer reajuste a titulo de aumento real de salários, nem menciona qualquer aplicação de PLR (participação nos lucros e resultados das escolas, registrados com nosso esforço diário).
O comunIcado do Sieesp, assinado por seu presidente Benjamim Ribeiro da Silva, e pelo presidente da federação de escolas (Feeesp), José Antonio Antiório deve ser entendido como resposta à atitude firme dos sindicatos de professores e ao alerta às escolas emitido pela Fepesp e seus sindicatos integrantes (“Não mexam na Convenção!”, aqui: https://goo.gl/tbvMC3 ). Haverá consequências às escolas - incluindo multas – caso apliquem redução de salários, aumento de jornada ou cobrança por bolsas de estudo incompatíveis com a assinatura de nova Convenção – a ser julgada no processo de dissídio ou por uma eventual volta às negociações.
ATENÇÃO PROFESSORAS, PROFESSORES E AUXILIARES:
A PRESSÃO CONTINUA!



A antecipação salarial sugerida pelo sindicato patronal não tem valor de acordo. Nossos direitos, nossa convenção coletiva, dependem de nossa vigilância e mobilização. Fomos forçados a encaminhar nossa convenção a dissídio simplesmente pela falta de alternativa gerada pelo abandono de negociações por parte do patronal.
De nossa parte, não vamos transigir na defesa de direitos e cláusulas conquistadas em mais de vinte anos de luta e de negociações sérias pela categoria. Estamos, como sempre estivemos, abertos a novas negociações. Para isso nos preparamos, para isso nos mobilizamos.
E, lembrando a todos, ainda estamos em estado de greve. Olho vivo: atenção a todos os comunicados e convocações do seu Sindicato!
 Fonte: www.fepesp.org.br
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Sindicato dos Professores de Jaú

SINPRO